O que é
O SETF monta uma carteira só com ETFs, os fundos que copiam índices. A base fica em índices amplos, como Ibovespa e S&P 500, e o restante em temas de crescimento e num ativo de oportunidade.
É o índice mais simples de copiar, já que cada ETF já é diversificado por si só.
Regras
- Liquidez
- Média de pelo menos R$ 1 milhão negociado por dia
- Perene: 4 ETFs a 15%
- Índices amplos: Brasil (Ibovespa ou IBrX), S&P 500, mundo e dividendos
- Crescimento: 2 ETFs a 15%
- Small caps, Nasdaq, tecnologia ou semicondutores
- Oportunidade: 1 ETF a 10%
- Ouro, prata, cripto ou commodities: entra o que mais caiu desde a máxima de 1 ano
- Um por índice
- Quando dois ETFs copiam o mesmo índice, entra o mais negociado
- Fora
- Renda fixa, câmbio e ETFs alavancados
- Revisão
- A cada 3 meses, no primeiro pregão de janeiro, abril, julho e outubro
- Custo
- 0,2% sobre o valor trocado em cada revisão, para chegar perto do que um investidor pagaria
- Base
- 1.000 pontos no início do histórico, em 02/01/2017
Como ler o índice
Parte dos ETFs investe lá fora, então o índice também sobe quando o dólar sobe. Isso ajuda a proteger a carteira em crises no Brasil.
Perguntas frequentes
Por que ETF e não ações direto?
Porque com poucos ETFs dá para ter centenas de empresas de vários países, com custo baixo e sem precisar escolher uma a uma.
O histórico tem viés?
Um pouco: ele usa os ETFs listados hoje. Como ETFs de índices amplos raramente fecham, o efeito é pequeno.
O histórico é real?
É uma simulação: aplicamos as regras de hoje a cada revisão do passado, usando só os dados que existiam naquela data. O índice passa a ser calculado com as cotações de cada dia a partir do lançamento.
Posso copiar a carteira?
Os índices são uma régua educacional, com regras públicas. Eles não levam em conta o seu perfil, os seus objetivos nem os impostos, então não são recomendação de investimento.